A ilha de Hispaniola, hoje dividida entre a República Dominicana e o Haiti, era originalmente habitada pelo povo Taíno antes do contato com os europeus. Cristóvão Colombo chegou lá em 1492, e Santo Domingo, fundada em 1496, tornou-se o primeiro assentamento europeu permanente nas Américas. A colonização espanhola devastou rapidamente a população indígena por meio de doenças e trabalho forçado, levando à importação precoce de africanos escravizados.
O controle da parte oriental da ilha alternou entre a Espanha e a França ao longo dos séculos, e a República Dominicana conquistou brevemente a independência do domínio haitiano em 1844, após um período de unificação sob o Haiti. Os séculos XIX e início do XX foram marcados por instabilidade política, intervenção estrangeira — incluindo uma ocupação dos EUA de 1916 a 1924 — e a ascensão do ditador Rafael Trujillo, que governou com mão de ferro de 1930 até seu assassinato em 1961.
Após a morte de Trujillo, o país passou por mais turbulências políticas, incluindo uma guerra civil em 1965 e uma subsequente intervenção militar dos EUA, antes de transitar para uma governança democrática estável nas décadas seguintes. Desde o final do século XX, a República Dominicana se desenvolveu como uma das maiores economias do Caribe, impulsionada em grande parte pelo turismo.
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