Antígua assumiu um status de associação com o Reino Unido em 27 de fevereiro de 1967, sob a Lei das Índias Ocidentais de 1967. Assim, você vê que o país ganhou autonomia total sobre os assuntos internos, enquanto Londres manteve a responsabilidade pela defesa e pelas relações exteriores. Esse arranjo não chegava a ser uma soberania plena e deixava sem resposta a questão de como, ou se, as ilhas acabariam se separando da Grã-Bretanha.
O movimento pela independência total ganhou força ao longo da década de 1970. O primeiro-ministro George Walter defendia a independência completa, em vez do modelo preferido pelos britânicos de uma federação mais ampla das ilhas do Caribe Oriental. Mas ele perdeu as eleições de 1976 para Vere Bird e o Partido Trabalhista de Antígua, que inicialmente tendiam à integração regional. Em 1978, porém, o governo de Bird mudou de rumo e anunciou formalmente sua intenção de buscar a independência.
As negociações foram complicadas por Barbuda, que há muito tempo estava insatisfeita com a administração de Antígua e buscava um status territorial separado. A Grã-Bretanha rejeitou a secessão total, dada a pequena população da ilha, e um compromisso que concedia a Barbuda maior autonomia interna acabou abrindo caminho. Antígua e Barbuda tornou-se uma nação independente dentro da Commonwealth em 1º de novembro de 1981, com Vere Bird servindo como o primeiro primeiro-ministro do país.
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