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Granada: História

por Américas Fortes | jul 16, 2026

Granada foi habitada originalmente pelo povo Kalinago (Caribe), que antes havia deslocado as populações Arawak. A ilha resistiu às primeiras tentativas de colonização europeia graças à defesa feroz dos indígenas. A França estabeleceu um assentamento permanente em 1650, o que gerou um conflito violento que resultou na destruição quase total da população Kalinago da ilha, antes que a Grã-Bretanha assumisse o controle de Granada em 1763, após a Guerra dos Sete Anos.

Sob o domínio britânico, Granada desenvolveu uma economia de plantation dependente do trabalho escravizado africano. Inicialmente, a produção era focada em açúcar, mudando depois para o cultivo de noz-moscada e cacau, que permanecem intimamente ligados à identidade da ilha até hoje. Granada conquistou gradualmente sua autonomia ao longo do século XX, alcançando a independência total da Grã-Bretanha em 1974, sob o comando do primeiro-ministro Eric Gairy.

Em 1979, um golpe liderado pelo movimento New Jewel, de Maurice Bishop, estabeleceu um governo socialista. Mais tarde, em 1983, esse governo foi derrubado por uma violência interna entre facções, que resultou na execução de Bishop. Essa crise provocou uma intervenção militar liderada pelos EUA no final daquele ano, após a qual Granada restaurou sua democracia parlamentar. Desde então, a ilha tem se concentrado na reconstrução por meio do turismo e das exportações agrícolas, especialmente sua renomada produção de noz-moscada.

Fontes: Wikipedia - História de Granada; Britannica - Granada
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