A França estabeleceu o primeiro assentamento europeu permanente em Granada em 1649, quando uma expedição vinda da Martinica, liderada por Jacques Dyel du Parquet, comprou terras dos habitantes Kalinago da ilha e fundou uma colônia perto do que hoje é St. George's. Seguiram-se conflitos com os Kalinago e, em meados da década de 1650, os franceses já tinham controle total da ilha. A posse passou por vários proprietários franceses nas décadas seguintes, e os colonos criaram plantações que dependiam cada vez mais do trabalho escravizado de africanos para cultivar açúcar, algodão e anil. O domínio francês deixou uma marca duradoura nos nomes das paróquias, nos nomes dos lugares e nos sobrenomes das famílias de Granada.
A Grã-Bretanha tomou Granada da França em 1762, durante a Guerra dos Sete Anos, e a colônia foi formalmente cedida à Coroa Britânica pelo Tratado de Paris em 1763. A França retomou a ilha brevemente em 1779, mas ela foi devolvida à Grã-Bretanha pelo Tratado de Versalhes em 1783. O domínio britânico trouxe novas ondas de plantadores ingleses e escoceses, e as tensões entre a população francesa católica já estabelecida e os novos administradores britânicos contribuíram para a Rebelião de Fedon em 1795, um levante pró-França que acabou sendo reprimido.
O período colonial de Granada foi definido economicamente pela agricultura de plantation, trabalhada por africanos escravizados até a abolição da escravidão em todo o Império Britânico na década de 1830. O açúcar dominou a produção durante grande parte do século XVIII, mas, depois que Sir Joseph Banks introduziu a noz-moscada na ilha em 1782, o cultivo de especiarias tornou-se gradualmente uma parte importante da economia de exportação de Granada. Granada permaneceu uma colônia britânica, administrada mais tarde dentro da federação das Ilhas de Barlavento, até alcançar o status de estado associado em 1967 e a independência total em 1974.
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