A economia de Granada gira em torno da agricultura, do turismo e de serviços. O país é reconhecido há muito tempo como um dos maiores produtores mundiais de noz-moscada e macis, o que lhe rendeu o apelido de "Ilha das Especiarias". O turismo se tornou um pilar importante da economia, impulsionado pela chegada de navios de cruzeiro e visitantes que ficam na ilha, atraídos pelas praias e paisagens naturais. Além disso, o governo promove a educação offshore e programas de cidadania por investimento como fontes extras de receita. A agricultura, além das especiarias, inclui cacau e bananas, embora o setor continue vulnerável a furacões e às variações de preços no mercado.
Como membro da Organização dos Estados do Caribe Oriental e da CARICOM, Granada participa de acordos comerciais regionais e utiliza uma moeda comum, o dólar do Caribe Oriental, que é atrelado ao dólar americano. O país mantém um déficit comercial constante, importando muito mais do que exporta, e depende de remessas, receitas do turismo e investimento estrangeiro direto para equilibrar suas contas externas. Granada também se beneficia de acordos comerciais preferenciais com a União Europeia e participa dos esforços da CARICOM em prol de um mercado e uma economia únicos.
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