A economia de Cuba é dirigida em grande parte pelo Estado, que possui e gerencia a maioria das grandes indústrias, embora um setor privado tenha crescido modestamente desde que as reformas começaram no início dos anos 2000. Em 2026, o turismo continua sendo a principal fonte de divisas do país, empregando cerca de dois quintos da força de trabalho e atraindo visitantes para a arquitetura colonial de Havana, praias de areia branca e locais considerados Patrimônio Mundial da UNESCO, como Trinidad e Santiago de Cuba.
O açúcar, que já foi o pilar dominante da economia cubana e uma exportação decisiva desde o período colonial, teve uma queda acentuada na produção, mas continua sendo parte da base agrícola da ilha, ao lado do tabaco, frutas cítricas, café e pecuária. A mineração contribui com níquel e cobalto, que estão entre as exportações minerais mais valiosas do país, enquanto o setor de energia depende muito do petróleo importado e refinado internamente para atender à demanda por eletricidade.
Cuba também construiu um setor de biotecnologia e farmacêutico estatal, desenvolvendo vacinas e tratamentos como o Heberprot-P para úlceras do pé diabético, e exportando produtos médicos ao lado de níquel, açúcar e tabaco. Em 2026, a China figura entre os principais parceiros comerciais de Cuba, juntamente com a Espanha e outros mercados europeus e latino-americanos, após o declínio da relação comercial da era soviética e a contração mais recente dos embarques de petróleo venezuelano que antes sustentavam o suprimento de energia da ilha.
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