Cuba opera uma economia centralizada na qual o Estado controla a maior parte da produção, embora a iniciativa privada limitada tenha se expandido desde o início das reformas na década de 2010. Os setores-chave incluem turismo, mineração de níquel, produtos farmacêuticos e agricultura, especialmente açúcar e tabaco. A escassez crônica de combustível, alimentos e outros bens básicos, agravada por ineficiências nas indústrias estatais e pelo antigo embargo dos EUA, continua sendo um desafio econômico persistente.
Os principais parceiros comerciais de Cuba incluem Venezuela, China, Espanha e Rússia, sendo que a Venezuela fornecia historicamente petróleo subsidiado em troca de serviços médicos cubanos no exterior. O governo tem buscado investimento estrangeiro por meio de zonas especiais de desenvolvimento e joint ventures, especialmente na infraestrutura turística, enquanto mantém o controle estatal sobre setores estratégicos. O peso cubano e o legado de dupla moeda complicaram a política monetária, com reformas em curso visando unificar as taxas de câmbio e estabilizar a economia.
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