A música de Barbados tem um papel enorme na cultura popular caribenha, especialmente desde meados do século XX. A ilha criou ou ajudou a desenvolver gêneros como calipso, spouge, tuk e soca, além de contribuições mais recentes para o dancehall e o pop, com artistas de sucesso internacional como a Rihanna. O tuk, que usa flauta, bumbo e caixa, vem das bandas militares britânicas, mas com um toque afro-barbadiano. Já o calipso e o soca mostram como a cultura circula por todo o Caribe de língua inglesa.
A literatura de Barbados ganhou uma voz própria no século XX, muito por causa da revista Bim, que começou nos anos 1940 e deu espaço para escritores que depois ficaram famosos no mundo todo. O poeta Kamau Brathwaite e o romancista George Lamming são alguns dos nomes mais importantes da ilha, tratando de temas como história colonial, identidade e a formação da nação caribenha. As tradições de contar histórias oralmente também continuam sendo uma parte essencial da vida cultural por lá.
As artes visuais em Barbados contam com o apoio de instituições como o Museu de Barbados, de 1933, e o Conselho de Artes de Barbados, que promove exposições, murais e artesanatos como a escultura em mogno e a cerâmica. Com grupos de teatro e dança muito ativos, essas instituições ajudam a manter um setor cultural que valoriza tanto as tradições quanto a produção artística atual.
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