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Estados Unidos: Movimento de Independência

por Américas Fortes | ago 14, 2026

A tensão entre a Grã-Bretanha e suas treze colônias na América do Norte aumentou depois de 1763. O Parlamento queria novas receitas para pagar dívidas de guerra e impôs vários impostos, como a Lei do Selo de 1765 e as Leis Townshend de 1767, sem dar voz aos colonos. A resistência cresceu com boicotes, panfletos e grupos organizados, como os Comitês de Correspondência. A raiva dos colonos aumentou após eventos como o Massacre de Boston em 1770 e a Festa do Chá de Boston em 1773. Em 1774, delegados de doze colônias se reuniram no Primeiro Congresso Continental, na Filadélfia, para organizar uma resposta unida à política britânica.

O conflito armado começou em 19 de abril de 1775, com confrontos entre soldados britânicos e a milícia colonial em Lexington e Concord, Massachusetts. O Segundo Congresso Continental assumiu o governo, nomeou George Washington para comandar o recém-criado Exército Continental e, em 4 de julho de 1776, adotou a Declaração de Independência. O texto, escrito principalmente por Thomas Jefferson, proclamou oficialmente a separação das colônias da Grã-Bretanha. A guerra que veio depois trouxe a França como aliada importante após a vitória americana em Saratoga, em 1777, garantindo apoio militar e financeiro fundamental para a causa colonial.

A rendição das forças britânicas em Yorktown, Virgínia, em outubro de 1781, praticamente encerrou os grandes combates. O Tratado de Paris, assinado em 1783, reconheceu formalmente a independência dos Estados Unidos. A revolução bem-sucedida criou uma das primeiras grandes repúblicas a se separar de uma potência colonial europeia e virou referência para outros movimentos de independência e revoluções nas Américas e na Europa.

Fontes: Wikipedia - Revolução Americana; Britannica - Revolução Americana; Arquivos Nacionais - A Declaração de Independência: Como aconteceu?
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