O sistema político de Santa Lúcia evoluiu gradualmente ao longo do século XX, afastando-se do domínio da colônia da coroa em direção a um governo mais representativo. Uma constituição de 1924 introduziu uma minoria de membros eleitos no conselho legislativo, que antes era totalmente nomeado, marcando o primeiro passo nessa transição. O sufrágio universal adulto chegou em 1951, após o que os membros eleitos formaram a maioria do conselho pela primeira vez, e o governo ministerial veio em 1956.
Em 1958, Santa Lúcia juntou-se à Federação das Índias Ocidentais, uma tentativa de curta duração de união política regional que foi dissolvida em 1962 após a saída da Jamaica. Após o colapso da federação, a ilha tornou-se um estado associado ao Reino Unido em 1967, um status que concedeu autogoverno interno total, enquanto Londres manteve a responsabilidade pela defesa e pelos assuntos externos. Esse arranjo durou até 1979.
Santa Lúcia conquistou a independência total da Grã-Bretanha em 22 de fevereiro de 1979, tornando-se uma nação soberana dentro da Commonwealth, mantendo o monarca britânico como chefe de estado. O país adotou um sistema parlamentar baseado na tradição de Westminster, com um governador-geral representando a coroa e um primeiro-ministro eleito liderando o governo. A independência marcou o auge de décadas de reforma constitucional gradual e estabeleceu a estrutura para o desenvolvimento político e econômico subsequente de Santa Lúcia.
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