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Dominica: Movimento de Independência

por Américas Fortes | ago 10, 2026

O caminho da Dominica para a independência foi gradual, seguindo uma história colonial britânica bem diferente das saídas mais turbulentas vividas por alguns de seus vizinhos caribenhos. A ilha tornou-se uma colônia britânica em 1763 e foi administrada durante grande parte do século XX como parte das Ilhas de Sotavento Britânicas e, mais tarde, das Ilhas de Barlavento. A Dominica juntou-se à Federação das Índias Ocidentais, de curta duração, em 1958, e quando essa federação foi dissolvida em 1962, os líderes da Dominica começaram a buscar arranjos constitucionais alternativos com a Grã-Bretanha.

Essas discussões culminaram na Lei das Índias Ocidentais de 1967, sob a qual a Dominica tornou-se um estado autônomo em associação com o Reino Unido, mantendo o controle britânico apenas sobre a defesa e os assuntos externos. Esse arranjo deu aos líderes dominiquenses maior controle sobre a governança interna enquanto as negociações de independência continuavam. O impulso em direção à soberania total cresceu ao longo da década de 1970 sob a liderança do primeiro-ministro Patrick John, que pressionou por um rompimento completo com a Grã-Bretanha.

A Dominica alcançou a independência total em 3 de novembro de 1978, tornando-se uma república dentro da Commonwealth, com Patrick John servindo como seu primeiro primeiro-ministro. Os primeiros anos da nova nação foram marcados por instabilidade política, incluindo uma breve crise de gabinete que levou à substituição de John em 1979, mas as instituições democráticas da Dominica resistiram, e o país continuou a desenvolver suas próprias estruturas governamentais e econômicas como um estado soberano.

Fontes: Britannica - Dominica: Independência; Wikipedia - História da Dominica
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