A Dominica é uma república parlamentarista com uma presidência não executiva, combinando um chefe de Estado cerimonial com um primeiro-ministro que detém a autoridade executiva do governo. O presidente é eleito pela Assembleia para um mandato de cinco anos, enquanto o primeiro-ministro é escolhido entre os membros eleitos que possuem o apoio da maioria na Casa, uma estrutura que mantém a governança diária firmemente nas mãos do Parlamento.
O poder legislativo reside em uma Assembleia unicameral de trinta membros, além de um Presidente da Casa e um Procurador-Geral, composta por vinte e um representantes eleitos diretamente e nove senadores. Cinco dos senadores são nomeados por recomendação do primeiro-ministro e quatro por recomendação do líder da oposição, dando à minoria uma voz formal, ainda que limitada, na câmara. As eleições devem ocorrer pelo menos a cada cinco anos sob sufrágio universal adulto, e o país opera há muito tempo sob um sistema bipartidário no qual candidatos independentes ou de terceiros partidos têm dificuldade em conquistar cadeiras.
O judiciário opera de forma independente do executivo e do legislativo, com questões locais tratadas por tribunais de magistrados e júris, e recursos superiores encaminhados através da Suprema Corte do Caribe Oriental, que inclui tanto uma Alta Corte quanto uma Corte de Apelação. Como membro do sistema judiciário do Caribe Oriental, a Dominica também mantém a opção de um recurso final ao Comitê Judicial do Conselho Privado em Londres, um vínculo compartilhado com várias outras nações da Commonwealth no Caribe.
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