São Vicente e Granadinas: Movimento de Independência

por Américas Fortes | ago 14, 2026

O caminho de São Vicente rumo ao autogoverno desenrolou-se lentamente sob o domínio colonial britânico. Uma administração de Colônia da Coroa foi instalada em 1877, seguida por um Conselho Legislativo em 1925 e pelo sufrágio universal adulto em 1951, que deu aos membros eleitos o controle do conselho pela primeira vez. Em 1969, a ilha recebeu o status de estado associado, uma condição que colocava os assuntos internos sob controle local, enquanto a Grã-Bretanha mantinha a responsabilidade pela defesa e relações exteriores, um modelo compartilhado com vários outros territórios do Caribe Oriental na época.

Um referendo realizado em 1979 confirmou que o território estava pronto para a soberania total e, em 27 de outubro daquele ano, São Vicente e Granadinas tornou-se independente, sendo a última das Ilhas de Barlavento a deixar o domínio britânico. A nova nação adotou uma constituição que estabeleceu uma democracia parlamentar e optou por permanecer na Commonwealth, mantendo o monarca britânico como chefe de estado cerimonial. As celebrações da independência foram brevemente ofuscadas naquele mesmo ano por outra erupção do vulcão La Soufrière, que forçou evacuações, mas não causou mortes.

Milton Cato, que liderou o governo pré-independência, tornou-se o primeiro primeiro-ministro do país. Nas décadas seguintes, São Vicente e Granadinas manteve um sistema parlamentar estável e continuou a participar de órgãos regionais, como o CARICOM e a Organização dos Estados do Caribe Oriental.

Fontes: Wikipedia - História de São Vicente e Granadinas; Britannica - São Vicente e Granadinas: Independência
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